segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tromboembolismo pulmonar




Quando um trombo que está aderido a parede do vaso se solta e viaja pela corrente sanguínea recebe o nome de êmbolo. O êmbolo viaja pelo corpo até encontrar um vaso com calibre menor do que o próprio, ficando preso e obstruindo a circulação do sangue. Quando o êmbolo impacta em uma vaso damos o nome de embolia. Se o vaso obstruído fica no cérebro, chamamos de embolia cerebral. Se fica no pulmão, chamamos de embolia pulmonar.
Tromboembolismo pulmonar é o bloqueio da artéria pulmonar ou um de seus ramos, geralmente ocorrendo quando um trombo venoso profundo se desloca de seu local de formação e atravessam do lado direito do coração para a vasculatura pulmonar. Os sintomas vão depender do tamanho do êmbolo e do tamanho da região que sofreu infarte.O mais importante no tromboembolismo pulmonar é a prevenção. Como a gravidade de um TEP é imprevisível e nos casos mais graves os paciente sequer chegam ao hospital com vida, é imprescindível realizar a profilaxia nos casos com maior risco, como nas cirurgias ortopédicas dos membros inferiores.

Choque




O choque ou colapso cardiovascular é a via final comum a um número de eventos clínicos potencialmente letais. O choque dá origem a hipoperfusão sistêmica causada pela redução no débito cardíaco ou no volume sanguíneo circulante efetivo. Os resultados finais são hipotenção, seguida por perfusão tecidual deficiente e hipóxia celular.
Os tipos de choque são:

Anafilático: Causado por uma alergia grave.
Hemorrágico: Causado por grande perda de sangue.
Neurogênico: Causado por alguma lesão na medula espinhal.
Psicogênico: Causado por algum fator psicológico, stress, medo, ansiedade…
Cardiogênico: Causado por alguma situação que leve ao mal funcionamento do coração.
Metabólico: Causado por grande perda de líquidos no corpo, diarreia, vômitos, insulina…
Séptico: Causado pela invasão ao corpo por muitos microorganismos como vírus e bactérias.

Hiperemia / Congestão



Hiperemia e congestão são caracterizados pelo aumento de volume sangüíneo em um tecido ou área afetada.
Hiperemia (ativa): é causada por uma dilatação arterial ou arteriolar que provoca um aumento do fluxo sangüíneo nos leitos capilares.
Congestão (passiva): decorre de diminuição da drenagem venosa.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Estágios do reparo


Trombose


A trombose é o resultado da formação de coágulos, ou trombos, quando algum fator lesa a parede dos vasos sangüíneos ou faz o sangue estagnar no seu seu interior.Essas placas podem obstruir a circulação no local ou, na pior hipótese, atingir os pulmões, bloqueando a oxigenação do sangue. É a embolia pulmonar, um acidente potencialmente fatal, responsável por 50 mil mortes por ano, nos Estados Unidos.

O perigo imediato da trombose é a chamada embolia pulmonar. O problema ocorre quando os trombos se fragmentam e pequenos coágulos migram pela circulação até os pulmões, entupindo vasos onde o sangue deve ser oxigenado antes de voltar a "alimentar" o corpo. O paciente corre risco de vida.A longo prazo, os trombos podem levar a uma inflamação na parede dos vasos sangüíneos - a chamada flebite. O funcionamento das veias é afetado, gerando lesões que minam a qualidade de vida do paciente, como úlceras e o escurecimento da pele, grandes varizes e o inchaço do local.

Transdução de sinal

Sinalização autócrina: as células respondem as moléculas de sinalização que elas mesmo secretam.
Sinalização parácrina: um tipo de célula produz o ligante, o qual atua nas células alvo adjacentes. Ex: Um fator produzido por um macrófago tem seu efeito de crescimento nos fibroblastos.
Sinalização endócrina: faz sinalização para células mais distantes utilizando a corrente sanguínea.

Tipos de cicatrização

Cicatrização de primeira intenção: geralmente ocorre em lesão por instrumentos cortantes. Ocorre nas feridas fechadas por aproximação de suas bordas, ocorre o mínimo de perda tecidual e menor índice de complicações.

Cicatrização de segunda intenção: Ocorre quando há perda acentuada de tecido. A ferida é deixada propositadamente aberta, sendo a cicatrização dependente da granulação e contração da ferida para a aproximação das bordas. Ex.: biópsias de pele, queimaduras profundas, feridas infectadas e feridas que o paciente nunca apresentou ao médico.

Cicatrização de terceira intenção: feridas deixadas abertas inicialmente, geralmete por apresentarem contaminação grosseira. Após alguns dias de tratamento local, a ferida é fechada através de suturas, enxertos ou retalhos. O resultado estético é intermediário.